Artigo 8 Set 2021

A utilização da alta tecnologia e da digitalização no sector da saúde: Realidade ou ficção?

Introdução

  • Os atrasos e as ameaças à saúde pública tornam urgente a transformação do setor da saúde por meio da utilização da tecnologia para conceber novos modelos de prevenção e de cuidados de saúde. 

Na última década, observámos avanços impressionantes na medicina, tais como médicos a operar por meio de robôs, implantes impressos com tecnologia 3D, programas de análise de grandes volumes de dados que resolvem problemas de saúde em segundos (big data), utilização da inteligência artificial para diagnósticos mais rápidos e precisos, dispositivos móveis e aplicações para acompanhar e controlar pacientes com doenças crónicas, entre muitos mais processos digitais ou programas, aplicações e equipamentos com tecnologia de gama alta que podem ser significativos para uma rápida recuperação da saúde dos pacientes e para a redução de custos de um sistema de saúde. No entanto, todos estes avanços parecem ficção-científica, alheados de uma realidade onde ainda impera a cultura do papel. 

Nos últimos 18 meses, os sistemas de saúde de muitos países foram o centro das atenções e ficou evidenciada a fragilidade que apresentam, a necessidade de investimento e, acima de tudo, de transformação para agilizar processos e gerar dados para uma tomada de decisão eficaz face a ameaças à saúde, tais como a pandemia da COVID-19. Esta crise sanitária impulsionou a investigação e o desenvolvimento de novos medicamentos e de novas vacinas, a utilização generalizada da teleconsulta, além do escrutínio das decisões tomadas pelos médicos, cientistas, pelas empresas, pelos governos e pela sociedade em geral para enfrentar a pandemia. 

Todos foram afetados por estas deficiências e por estes atrasos, o que foi evidente, porque a saúde nunca tinha estado sujeita à revisão, discussão e atenção de tantas pessoas como está hoje, desde os grandes centros de investigação, os governos, os organismos multilaterais, a comunidade médica, as empresas farmacêuticas, de dispositivos médicos e de tecnologia dedicadas à saúde, aos jornalistas e à sociedade em geral. Esta atenção e este orçamento dados a um tema de saúde são históricos e o impacto que a inovação e a saúde pública têm no desenvolvimento económico e social é muito valorizado. 

Neste contexto, é preciso analisar o que é necessário para se poder enfrentar da melhor forma as ameaças à saúde e para nos podermos antecipar para darmos resposta às necessidades da população. Sem dúvida, um dos temas prioritários é a utilização da tecnologia para alcançar um sistema de saúde moderno e interconectado, que melhore a experiência do paciente, que aumente a produtividade dos médicos e do pessoal de saúde, que gere dados para uma melhor tomada de decisão relativa à saúde e que gere poupanças para os governos. 

Incluímos aqui cinco recomendações, dado que é urgente uma sinergia entre empresas fabricantes de equipamentos médicos, programadores de software e de novas tecnologias com os governos e os responsáveis pelas decisões para a transformação digital de um dos setores críticos para o bem-estar em geral: o da saúde. A utilização de novas tecnologias, tais como a Inteligência Artificial, a análise de grandes volumes de dados, as aplicações e os dispositivos móveis e o armazenamento de informação na nuvem, entre outras coisas, podem contribuir significativamente para a melhoria de qualquer sistema de saúde. 

No entanto, para muitos utilizadores dos serviços de saúde, a grande maioria dos hospitais está muito longe de poder oferecer os benefícios e as vantagens tecnológicas com que já é possível contar. Vejamos um exemplo: quanto aos registos médicos eletrónicos ou ao processo eletrónico, que melhora a precisão, reduz os erros no diagnóstico e aumenta a segurança dos processos clínicos, estão a ser enviados esforços para que os hospitais incorporem esta tecnologia. Contudo, ainda parecem afastados e desarticulados e para que um sistema de saúde seja moderno, é necessário um planeamento adequado e articulado entre todos os componentes para a ampla utilização de tecnologias que permitam melhores cuidados médicos, que otimizem os resultados na saúde, que permitam aproveitar ao máximo os serviços, que melhorem a experiência do paciente e que aperfeiçoem ou desenvolvam novos modelos de prevenção e de cuidados de saúde.

“Um dos temas prioritários é a utilização da tecnologia para alcançar um sistema de saúde moderno e interconectado, que melhore a experiência do paciente”

Como deveria funcionar um hospital ao tornar-se digital? 

A digitalização é um desafio para as diferentes áreas de um hospital, mas traz consigo vários benefícios para todos os envolvidos no processo, já que o historial de saúde do paciente está sempre organizado e atualizado. Os registos médicos eletrónicos melhoram a precisão, porque facilitam o acesso e a compreensão mais rápida dos dados, algo que não acontece com os documentos incompletos e com a escrita à mão ilegível. Isto também tem efeitos na redução de custos, pois reduzem-se os registos em papel, é necessário menos pessoal diretivo e administrativo e menos espaço físico para o armazenamento de processos. Os registos médicos digitais guardam-se num computador ou na nuvem. Com o processo eletrónico, melhora-se a gestão de riscos, já que permitem realizar um acompanhamento eficaz dos dados dos pacientes e agir sobre os riscos potenciais para reduzir a responsabilidade. A digitalização aumenta a segurança geral, porque as restrições garantem que os arquivos estarão protegidos e apenas o pessoal autorizado poderá ter acesso aos mesmos. Ao se tornar digital, os registos médicos permitem um armazenamento rápido e fácil de dados em várias plataformas e aumentam a produtividade, melhoram o fluxo de trabalho e os hospitais podem receber mais pacientes diariamente. 

Tal como acontece num hospital, todo o sistema de saúde deveria estar digitalizado e conectado para que a informação dos pacientes esteja disponível para o pessoal autorizado, bastando aceder a um computador e à Internet. Ao falarmos de um sistema de saúde, estamos a incluir todos os hospitais, independentemente de pertencerem ao setor público ou ao privado, a serviços estatais ou regionais ou federais, ou a subsistemas de saúde, como acontece em alguns países da América Latina, onde o sistema de saúde integra serviços médicos de diferentes instituições. 

A situação obrigou as autoridades de saúde, a comunidade médica, os pacientes e as empresas a repensarem os modelos de funcionamento de um sistema de saúde no qual a sustentabilidade, a qualidade e a participação são fundamentais para avançar e melhorar a qualidade dos serviços num cenário de poucos recursos financeiros, humanos e de equipamento.

Regulamentação: guia OMS sobre a utilização de tecnologias digitais e a cobertura universal. 

Para a Organização Mundial de Saúde é fundamental aproveitar o potencial das tecnologias digitais para alcançar a cobertura de saúde universal de cuidados de saúde, ainda que para integrar estas tecnologias digitais nos sistemas de saúde seja necessário demonstrar que têm impacto e vantagens no longo prazo. 

Ainda que o interesse da OMS neste assunto pareça recente, a organização já em 2012 elaborou um manual sobre estratégias de cibersaúde e em 2018, na Assembleia Mundial da Saúde, os governos adotaram por unanimidade uma resolução para elaborar a estratégia mundial sobre saúde digital. A 6 de março de 2019, foi criado o Departamento de Saúde Digital para reforçar a função de avaliação de tecnologias digitais e ajudar os estados-membros a priorizá-las e a regulá-las. Um dos grandes problemas levantados para a utilização das tecnologias digitais e dos sistemas de informação é a privacidade dos dados. A visibilidade e a disponibilidade de informação devem garantir que a informação dos utilizadores está protegida e sem riscos. 

Da perspetiva da OMS, o sucesso das intervenções digitais dependerá do contexto e de uma conceção adequada, tendo em consideração aspetos estruturais dos locais nos quais as tecnologias são implementadas, a infraestrutura disponível, a facilidade de utilização da tecnologia e as necessidades no que respeita à saúde que se pretende satisfazer. 

A OMS concebeu uma estratégia mundial sobre saúde digital que procura acelerar a adoção de soluções digitais para alcançar metas de saúde incluídas nos objetivos de desenvolvimento sustentável. As novas tecnologias e a digitalização apoiam o acesso equitativo e universal a serviços de saúde de qualidade e melhoram a sustentabilidade dos sistemas de saúde ao aumentarem a promoção da saúde, o diagnóstico e o tratamento das doenças. 

O que incluem a digitalização e a utilização das tecnologias?

A digitalização inclui, entre outras coisas, informação do paciente e do respetivo estado de saúde, bem como serviços e recursos partilhados eletronicamente; as tecnologias incluem a telemedicina, os dispositivos e telemóveis, a inteligência artificial, a robótica e a genómica. Esta última permitiu conhecer o genoma humano e obter um melhor diagnóstico dos pacientes; os dispositivos digitais ajudam a controlar o ritmo cardíaco e a monitorizar a glucose no sangue; e os dispositivos de monitorização à distância têm a capacidade de ajudar a gerir melhor a saúde e a reduzir a carga sobre os sistemas de saúde. Os especialistas da OMS consideram que as novas tecnologias permitem uma abordagem de prevenção e não apenas de tratamento.

“Um dos grandes problemas levantados para a utilização das tecnologias digitais e dos sistemas de informação é a privacidade dos dados”

A mudança começa por convencer dos benefícios da digitalização

Para se conseguir uma mudança verdadeira e ter processos sistematizados, é preciso educar e convencer os utilizadores dos benefícios que acarretam. A adoção rápida das novas tecnologias é fundamental. Os trabalhadores dos sistemas de saúde não estão habituados, e é possível que este tipo de mudanças represente frustração, pelo que é necessário investimento na educação centrada nos benefícios para todos os que integram o setor da saúde: médicos, pacientes, profissionais de saúde, pessoal administrativo, empresas e governos. Talvez para os médicos, para o pessoal de enfermagem e para outros profissionais de saúde, a transformação possa ser uma dor de cabeça, porque será preciso registar muita informação, mas o importante é no longo prazo o benefício que resulta da adoção e da utilização das tecnologias de informação, o que aliviará a carga de um hospital e gerará uma melhor experiência para o paciente e para o médico. 

O processo clínico eletrónico, a regulamentação, os projetos de empresas privadas e a implementação em alguns hospitais: um bom ponto de partida

Com o intuito de estabelecer parâmetros para o manuseamento e armazenamento de informação médica, epidemiológica e estatística, bem como para a avaliação do desempenho das unidades médicas públicas e privadas, as autoridades de saúde de alguns países começaram a regulamentar o processo clínico eletrónico. Face ao surgimento no mercado de diferentes alternativas de processo clínico eletrónico com diferentes alcances, funcionalidades, exigências e benefícios, mas que dependem em grande medida do serviço contratado, as autoridades de saúde contam com normativas para implementar o processo clínico eletrónico com recomendações sobre os padrões mínimos necessários que a ferramenta deve ter para ser adquirida por instituições de saúde. 

O processo clínico é o conjunto de informação que apresenta cronologicamente os dados relacionados com a saúde de um paciente e da respetiva família num determinado período e que permite conhecer as condições de saúde do paciente, os atos médicos e os diferentes procedimentos da equipa médica. O conceito evoluiu até ao processo clínico eletrónico e é definido enquanto um sistema informático que armazena dados do paciente em formato digital, que são armazenados e trocados de forma segura e ao qual pode ser concedido o acesso a vários utilizadores.

A interoperabilidade é fundamental 

O facto de existir uma regulamentação e de esta ser homogénea permite a tão ansiada interoperabilidade. Ou seja, é possível fornecer informação muito mais completa aos médicos, na hora, entre diferentes unidades de saúde. Por exemplo, se um paciente mudar de cidade, os respetivos dados clínicos estarão acessíveis para serem consultados em qualquer lugar e a qualquer momento por meio de um computador ligado à Internet. Do mesmo modo, permite trocar informação com todas as instituições do sistema de saúde, sejam públicas ou privadas. Até agora, o processo clínico foi instalado em setores específicos, tais como os hospitais privados, que iniciaram a implementação, bem como alguns subsistemas de saúde, mas o grande desafio é o de este processo clínico poder funcionar dentro de todo o sistema de saúde e não apenas em determinados hospitais.

Algumas empresas já trabalham com diferentes governos e sistemas de saúde, com vista a implementarem o processo eletrónico. As empresas cumprem a legislação aprovada e desenvolvem soluções de acordo com as necessidades de cada hospital ou subsistema de saúde. 

Contar com um processo clínico eletrónico que possa funcionar a nível nacional no setor público e no privado é, sem dúvida, um projeto muito ambicioso, que exige investimento, mas também é a base para contar com informação valiosa que permita ao paciente ter os dados disponíveis em qualquer lugar, ao médico ter informação que lhe poupe tempo e com a qual possa tomar melhores decisões, e às autoridades de saúde contar com informação e estatísticas de modo a tornar mais eficientes os cuidados médicos e a procurar novos modelos de prevenção.

Big Data: para uma melhor tomada de decisão sobre saúde pública 

Os avanços tecnológicos, tais como as ferramentas analíticas para uma maior utilização da informação de saúde, melhoram o processo de tomada de decisão a nível clínico, operacional e de gestão das unidades hospitalares e permitem gerar informação estatística com a rapidez e a transparência necessárias para que as autoridades possam tomar decisões de saúde importantes em benefício da população, e permitem que, por fim, se possa transitar de um sistema curativo para um sistema preventivo, graças à implementação de novas tecnologias e à análise de dados. 

O que devemos saber sobre a Inteligência Artificial na saúde? 

De acordo com a OPS, a inteligência artificial poderá desempenhar um papel importante nos cuidados de saúde, ajudando os médicos clínicos na tomada de decisão e melhorando os cuidados prestados aos pacientes. Os sistemas inteligentes podem ajudar os médicos a encontrar tratamentos individualizados para determinadas doenças, tais como o cancro. A visão por computador, aliada à aprendizagem automática e à aprendizagem profunda, são algumas das ferramentas que os profissionais de saúde poderão utilizar num futuro não muito distante. A rápida acumulação de dados e o conhecimento resultante de novas abordagens tecnológicas e metodológicas oferecem grandes oportunidades para a aplicação da inteligência artificial nos cuidados de saúde.

“Os sistemas inteligentes podem ajudar os médicos a encontrar tratamentos individualizados para determinadas doenças”

O papel das empresas 

Existe um grande número de empresas no mercado com desenvolvimentos tecnológicos focados na saúde. Estas empresas fornecem soluções que são úteis para um consultório, hospital, grupo de hospitais e até para um sofisticado sistema de saúde. No entanto, na opinião de algumas empresas, é necessária uma verdadeira gestão da mudança para que as instituições possam trabalhar alinhadas e para obter o melhor das empresas, caso contrário, cada empresa venderá o próprio serviço, associado às normas de cada hospital, mas não enquanto parte de um sistema integral, pelo que dificilmente se conseguirá contar com os benefícios da tecnologia em grande escala. Um exemplo é o processo clínico eletrónico, no qual já se avançou, mas que continua a ser uma ferramenta que se desenvolve e que se adquire pensando unicamente nas necessidades muito específicas de um hospital ou de um grupo de hospitais. 

Algumas empresas consideram que é necessário um maior impulso para homologar bases de dados, é necessário conhecer as vantagens do armazenamento na nuvem e convencer da utilidade para que não se percam os registos dos pacientes em caso de terramoto, de incêndio ou de inundação, e é necessário um investimento no longo prazo, mas sem objetivos eleitorais nem de curto prazo.

Cinco recomendações para avançar e conseguir a mudança necessária nos sistemas de saúde para enfrentar os atuais e os potenciais problemas de saúde. 

  1. Educação: para a adoção rápida de novas tecnologias para processar informação 
  2. Visão integral: que identifique as necessidades de um sistema no geral e as necessidades específicas de um hospital e que possa integrar uma solução adaptável que garanta a interoperabilidade e que proporcione informação valiosa aos sistemas de saúde. 
  3. Investimento no longo prazo: colaboração entre as empresas, o governo e a comunidade médica, que se centre num impacto no curto, médio e longo prazo.
  4. Políticas públicas: trabalho conjunto entre as empresas e o governo para a conceção de políticas públicas que impulsionem a utilização das novas tecnologias na saúde.
  5. Comunicação e Engagement: ampla difusão de informação e dos benefícios que a digitalização oferece aos pacientes e ao sistema de saúde pública.

“A atual pandemia da COVID-19 e as recorrentes ondas deixam claro que este é o momento de investir na saúde, na investigação, no desenvolvimento e na tecnologia”

Conclusão

Surgirão novas doenças e as pandemias não poderão ser facilmente erradicadas, mas existirão sempre novas ferramentas que possam controlar os surtos, prevenir os contágios e contar com elementos para tomar melhores decisões e controlar com sucesso as doenças atuais e futuras. A atual pandemia da COVID-19 e as recorrentes ondas deixam claro que este é o momento de investir na saúde, na investigação, no desenvolvimento e na tecnologia, e de todos os componentes do setor da saúde se comprometerem ativamente com a criação de uma política pública que se encaminhe para a transformação de que os sistemas de saúde precisam. Os governos têm de ter em consideração as empresas enquanto parceiros estratégicos na conceção de políticas públicas e no estabelecimento de alianças para enfrentar problemas de saúde e para fortalecer a sustentabilidade de um sistema de saúde. É urgente a digitalização e a utilização de tecnologias para melhor combater as constantes ameaças à saúde pública. 

Alejandro Romero
Sócio e CEO Américas
Alejandro Romero. Parceiro e CEO Américas da LLYC. Desde 1998, tem liderado o processo de expansão da empresa nas Américas, iniciando operações no Peru, Argentina, Colômbia, Panamá, Equador, México e, durante os últimos quatro anos, em Miami. Alejandro liderou também os processos de comunicação de três das dez mais importantes operações de M&A na região: a venda das operações da BellSouth ao Grupo Telefónica, a aquisição pela SABMiller do Grupo Empresarial Bavaria e a venda do Grupo Financiero Uno ao Citibank. Em 20 anos, posicionou a nossa empresa como a principal rede de comunicações na América Latina.
Javier Marín
Diretor Sénior Healthcare Américas
Javier Marin é um profissional de comunicação e relações públicas com experiência nos setores público e privado e com mais de 20 anos de experiência em empresas farmacêuticas, de biotecnologia e ciências da vida. Ao longo da sua carreira, desenvolveu campanhas de comunicação social para prevenção e cuidados para a saúde para o governo do México; comunicação corporativa, assuntos governamentais, comunicação interna, marketing, responsabilidade social digital e corporativa, bem como programas de relacionamento com grupos de pacientes locais no México, América Latina e globalmente em empresas como Merck & Co. (MSD) e Johnson & Johnson.
Georgina Rosell
Diretora Sénior da LLYC Barcelona
Mais de 15 anos a prestar assessoria à indústria farmacêutica nos seus desafios de transformação cultural, reputação e inovação entre as quais contamos 7 das 10 principais empresas da indústria farmacêutica do Monitor de Reputação Sanitária MERCO 2020. Filha de um médico e uma farmacêutica, Gina Rosell é também especialista no setor sócio-sanitário, hospitalar, residencial e médico-científico, âmbito em que tem grande capacidade relacional a nível institucional e do setor terciário.A sua formação como Cientista Política especializada em relações internacionais e o seu Mestrado em Gestão de Comunicação e Sustentabilidade proporcionam-lhe um foco de ampla dimensão nos desafios das organizações com resultados premiados internacionalmente pelo seu vasto impacto, sensibilidade e criatividade.Georgina está há mais de dez anos na empresa, da qual é Diretora Sénior, e é líder da área de comunicação de saúde a nível europeu.
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